Sou uma sushi-girl!

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Oie gente!

Se liga nessa belezinha:

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Ganhei de minha amiga que viajou pro japão a tal bala de sushi da Popin’ Cookin’. Gravei um vídeo, e resolvi fazer. Até gravei um video, mas não sei se ficou muito bom. Fiquei tão concentrada pra fazer o negócio direito, que até esqueci que tava gravando. Mais tarde vou ver se da pra montar algo legal.

MAS, como eu sou a mestra da procrastinação, e não sei se um dia o video vai ficar pronto, vou narrar de uma vez como foi minha bela experiencia culinária.

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Primeiro tive que ver uns videos na internet pra ter certeza de como se fazia, porque mesmo com figuras na caixa, está tudo escrito em japonês.IMG_20160229_223732

Então abri o pacote e separei tudo bonitinho. Ele vem com saquinhos com um pozinho cheiroso dentro (para de pensar besteira), potinhos brancos, um conta gotas, uma pazinha, e uma bala que serve pra ser a alga.

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Peguei um copo de água e uma tesoura, como já tinha visto a menina do video fazer, e comecei.

O sistema é fácil. Olhar na caixa a cor do saquinho e o numero do potinho correspondente. Colocar água la dentro, até chegar na linha, jogar o pozinho e misturar até ficar homogêneo. Pré aqueça o forno à 260º e deixe a massa crescer por 20 minutos.

Brincadeira. Me empolguei. Ignore a ultima frase.

Depois que misturar bem o primeiro potinho, onde você jogou o conteúdo do saquinho azul, vai virar o arroz. O segundo e terceiro potinho, com os saquinhos amarelo e rosa, vão virar os peixes.

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O quarto e o quinto são os mais legais. Você enche de água o quarto potinho e joga o pó. Mistura um pouco, e a água vai ficar com um verde muuuuuito clarinho. As vezes fica até transparente. Ai no quinto potinho, você mistura com água o pó rosa, mas ele vai continuar aguado. Com o conta gotas, você recolhe o liquido rosa, e pinga no transparente/verde, e assim você faz suas ovas de peixe! É muito divertido. Assim que a gota cai na água, ela vira uma bolinha gelatinosa. Adorei!

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Por ultimo, você estica a massa da alga, que é uma bala, e já vou deixar avisado aqui, ela gruda em tudo o que tem direito. Não tente esticar muito, porque VAI RASGAR. Experiencia própria, hihihi

Depois de tudo pronto, é só juntar o arroz com seus ingredientes e montar os sushis e makimonos!

AND…. DONE!!!!

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Ele fica muito fofo e cuti cuti. Mas ai quando se come, a história já é diferente… Uma foto vale mais do que mil palavras, então, eis eu, provando meu feito:

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Delícia!

Bom gente, é isso. EU originalmente fiz esse post no meu blog/diário paulasmindpalace.wordpress.com

Pra quem quiser visitar, tai o link. Eu posto sobre coisas interessantes do meu dia dia e minhas opiniões que ninguém pediu!

Fui! Paula

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Oi pessoas! Quanto tempo né?

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Sim, muito tempo (eu respondendo por mim mesma, derp). Eu meio que tinha esquecido que esse site existia, ops. Só que recebi uma mensagem outro dia no meu email, dizendo que pessoas ainda visitavam esse blog! Então eu pensei “AAh nãaao, tenho que escrever alguma coisa, poxa!”

E aqui estou!
Dessa vez vim pra falar uma sobre Curiosidades da Cultura Oriental. Se bem que isso não é “exclusivamente” oriental.
Bom, vim falar sobre um app (aplicativo) de edição de fotos que, principalmente, os Sul Coreanos adoram usar! E não, não é o instagram. É mais legal!

Ele se chama LINE Camera e tem esse simbolo:   unnamed

 

É um app muito cute, que tem várias opções fofas pra editar a sua foto. Vou postar algumas edições que eu mesma fiz, me divertindo com ele:

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(esse ultimo é uma arte chamada Bottle Nebula que eu fiz com meu namorado. haha. Achei fofo)

 

Enfim, é isso! O app é disponivel para android e iphone. O pessoal do Eat Your Kimchi (um canal e blog MUITO fofo de um casal canadense que mora na coreia, vocês deviam assistir!) usam direto esse aplicativo.
Tomara que vocês tenham gostado. Como eu estava sem ideias eu postei sobre isso mesmo, porque eu estava editando uma foto no app no momento, haha.

Até a próxima com um assunto mais interessante :3

 

InuYasha. Um conto da era feudal. Impressões

InuYasha (戦国御伽草子 犬夜叉 Sengoku Otogizōshi InuYasha) é uma série de mangá e anime criada por Takahashi Rumiko, tendo sua versão animada produzida pelo estúdio Sunrise de 2000 a 2004, totalizando 167 episódios. Em 2009 a produção do anime foi retomada pelo mesmo estúdio, fechado a série de vez com mais 26 episódios intitulados InuYasha Kanketsu-hen.

A história se inicia quando Higurashi Kagome, uma colegial como qualquer outra, sem querer cai no misterioso poço encontrado no templo de sua família e acaba parando na idade feudal japonesa, cheio de criaturas místicas e malígnas. Nesse período conturbado a jovem conhece um meio-dêmonio (Hanyou) chamado InuYasha e juntos partem para uma aventura em busca dos fraguimentos da Jóia de 4 almas (Shikon no Tama) que se espalhou pelos 4 cantos do país.

Para não tornar essa postagem muito longa e desgastante de ler vou tentar resumir ao máximo minha análise. De início a história parece ser pouco desenvolvida, estando inteiramente presa na jornada em busca dos fraguimentos da jóia como pretexto para o desenrolar da série, tendo vilões aleatórios que iriam surgir no caminho apenas para por um pouco de ação e atrasar os protagonistas. Entretando a medida que a história caminha, o expectador ve o quão complexo é a história, já que a autora conseguiu conciliar ação, aventura, comédia, romance e uma pitada de drama.

Vale lembrar que o romance em InuYasha, ao contrário de muitos outros animes e mangás, consegue ficar em primeiro plano na história, não ficando ofuscado pelo enfoque nas lutas. O famoso triângulo amoroso formado entre os protagonistas (InuYasha, Kagome e Kikyou) é muito envolvente, apesar de que é notável uma desproporção imensa se for levar em conta de que a relação de InuYasha com Kikyou é muito mais adulta, sendo que a relação com Kagome é bem mais infantil e recheada de desentendimentos. Quanto ao vilão da história, manipulador e sarcástico, há momentos que chega a ficar massante o tempo que se gasta perseguindo-o e muito repetitivo o desejo dos personagens em querer derrota-lo, apesar de que as emboscadas e planos do antagonista são muito bem elaborados, tornando os momentos da história empolgantes.

Os combates presentes em InuYasha não chegam a ser boas faltando uma dose de luta corpo a corpo e habilidade com armas, salvo algumas exessões, a maioria é um simples brandir de espada e liberação de um rajado de energia (talvez a Rumiko precise de algumas dicas do Tite Kubo). Mesmo assim não são tediosas e nem a ponto de estragar a série.

Finalizando o post, creio que InuYasha sem dúvida alguma marcou a infância de muitos, sendo uma ótima trama e recomendado para aqueles que estão cansados de séries focadas apenas em ação. A boa história que mescla romance, aventura, ação e comédia continua a agradar muito o público.

Black Rock Shooter Innocent Soul. Caçadoras de almas. Impressões

Black Rock Shooter Innocent Soul (ブラック ★ ロック シューター – イノセント ソウル Burakku Rokku Shuutaa: Inosento Souru) é uma das três séries de mangás da franquia Black Rock Shooter lançada em 2011. Sobre a autoria de Suzuki Sanami, o mangá tende a trabalhar com um enredo totalmente diferente da série de anime e OVA.

A história de Black Rock Shooter Innocent Soul gira em torno de Rock, uma Black Shooter responsável em combater, capturar e purificar as chamadas ”almas impuras” que são espíritos de pessoas que em vida sofreram muito e acabaram presas em suas próprias desilusões após a morte. Essas almas ficam no mundo ilusório chamado Hazama, local entre o céu e o inferno, cabendo assim as Black Shooter atuarem como ”zeladoras” desse universo.

Diferentemente do anime e do OVA que trabalham com uma realidade paralela, no mangá vemos um mundo pós-morte onde uma organização é responsável em manter o equilíbrio purificando as almas que ali ficam presas. Todas as batalhas e mundos distorcidos são muito bem explicados nesse mangá, não criando dúvidas e nem deixando em aberto os fatos como acontece na versão animada. Uma importante distinção também, é o fato do mangá não trabalhar com a versão humana de Rock (pelo menos até onde li não falava nada dela), a Kuroi Mato, focando inteiramente o lado ”Black Rock Shooter”.

Como conclusão creio que Black Rock Shooter Innocent Soul atenda de certa forma a expectativa daqueles que se decepcionaram com o anime/OVA, já que o mangá traz uma boa explicação dos fatos desde o início da série, entretanto por seguir um enredo diferente não se pode ultilizá-lo para compreender a versão animada. Apesar do tema um tanto clichê e sem muita originalidade, as batalhas e o design das personagens são descentes.

Finalizando o post sobre Black Rock Shooter, notei que tanto o anime, o OVA e o mangá trabalham com a difícil relação que se tem em vida social. Talvez as lutas mostradas sem muito nexo no anime e no OVA sejam uma forma de metaforizar o psicológico das personagens e como elas gostariam de poder agir para enfrentar sua dor e sofrimento.

Black Rock Shooter TV série. Nomes estilosos para nada. Impressões

Black Rock Shooter (ブラック★ロックシューター Burakku Rokku Shuutaa) é uma franquia de mídia japonesa inspirado originamente em uma canção da banda Supercell, tendo sua primeira animação em OVA produzida pelo estúdio Ordet lançada em 2010. A versão em série de TV foi lançada em 2012, também foi produzida pelo estúdio Ordet, totalizando 8 episódios e sendo transmitido pela Fuji TV no bloco noitaminA. Se no OVA já não era possível compreender a história, no anime não mudou muita coisa.

A história do anime de Black Rock Shooter novamente gira em torno de Kuroi Mato, a mesma adolescente com uma vida muito parecida com a retratada no OVA, entretando, dessa vez há um número maior de personagens que se interagem no decorrer da história, extendendo o conflito a um ramo muito maior. É notável que no anime não só a protagonista, mas as outras personagens tendem a receber um destaque especial em determinados momentos, tornando mais dinâmico o desenvolvimento do enredo, além de que é mais explícito a possível interação existente entre o mundo real e o mundo paralelo (onde ocorrem as batalhas violentas). Ao contrário do OVA, o anime tende a deixar mais claro que os combates são uma forma de materializar o sofrimento causado pelas garotas no mundo real e sua forma de tentar enfretá-los.

Apesar dos esforços dos produtores, o anime de Black Rock Shooter continua a não esclarecer os fatos com objetividade, deixando muitas dúvidas no ar ao término dos 8 episódios. Muitos dos fatos continuam simplismente a acontecer sem uma explicação lógica, cabendo ao expectador tentar compreender. Assim como as batalhas continuam empolgantes também continuam vazias e sem objetividade, apesar de interagirem mais com os fatos ocorridos no mundo real, mostrando implicitamente um tipo de relação entre ambos mundos.

Como conclusão o anime de Black Rock Shooter deixa a desejar muito para aqueles que esperavam conseguir uma explicação do OVA. Mesmo com novos personagens, mais batalhas e um enredo trabalhado um pouco melhor, a história ainda continua muito confusa e sem nexo.

Black Rock Shooter OVA. Realidade paralela para que? Impressões

Black Rock Shooter (ブラック★ロックシューター Burakku Rokku Shuutaa) é uma franquia de mídia japonesa inspirado originamente em uma canção da banda Supercell, tendo sua primeira animação em OVA produzida pelo estúdio Ordet lançada em 2010. A versão em série de TV foi lançada em 2012, também foi produzida pelo estúdio Ordet, totalizando 8 episódios.

A história do OVA de Black Rock Shooter gira em torno de Kuroi Mato, uma adolescente como qualquer outra que acabara de se ingressar no ensino médio em um novo colégio e iniciando uma nova fase de sua vida. Durante as aulas a protagonista conhece Takanashi Yomi, sua colega de classe e rapidamente as duas se tornam boas amigas. Entretanto essa amizade acaba sendo abalada quando Mato faz uma nova amizade com uma outra garota do mesmo clube de basquete, resultando no misterioso desaparecimento de Yomi. Enquanto isso em uma realidade paralela, duas misteriosas garotas com feições similares às de Mato e Yomi travam uma intensa batalha, não estando bem claro o motivo dessa luta.

A boa animação e bons efeitos de lutas são o único ponto positivo do OVA de Black Rock Shooter, dando uma impressão de que toda a verba gasta para a produção fora destinada para o design gráfico, deixando de ser investido no desenvolvimento da história. Além de não esclarecer absolutamente nada sobre as violentas e empolgantes batalhas da realidade paralela, o OVA possui uma trama muito superficial e forçado de uma garota que ficara magoada porque a amiga fizera uma nova amizade com outra pessoa.

A estrutura do OVA é composto de cortes de cenas em que em um momento mostra a vida normal das duas amigas e em outro aparecem os combates, que apesar de empolgantes são muito vagos, sem uma objetividade. Essa estrutura acaba deixando a história bastante confusa a primeiro momento, já que não se tem uma certeza se aquelas lutas interferem de alguma forma no relacionamento das amigas.

Como conclusão creio que Black Rock Shooter deixa muito a desejar quanto ao seu enredo, bastante confuso e sem explicação, porém em quesito animação ganha de longe comparado a muitos outros títulos.

Shakugan no Shana. Urusai Urusai Urusai!! Impressões

Shakugan no Shana (灼眼のシャナ Shakugan no Shana) é uma série de Light Novel, tendo a versão em anime produzida pelo estúdio JCStaff e totalizando 72 episódios divididos em 3 temporadas, cada um com 24 episódios. Muita expectativa foi criada pelo lançamento da terceira e última temporada, entretanto ela acabou decepcionando mais que as outras duas.

A história começa quando Sakai Yuji (um dos piores protagonistas de anime que eu já vi) em um dia que aparentava ser como qualquer outro acaba sendo atacado por seres misteriosos conhecidos como Rinne, servos de entidades maléficas chamados de Guze no Tomogara, que se alimentam do ”Poder da Existência” (Sonzai no Chikara) . Quando tudo parecia perdido, eis que surge a heroína da história, Shana (que até então não tinha um nome), uma Flame Haze protetora do equilíbrio do mundo, que acaba derrotando os monstros. Só depois é explicado ao protagonista toda a verdade por trás do nosso mundo, incluindo o conflito entre os Guze no Tomogara e os Flame Haze. A partir dai, Yuji juntamente com Shana vive inúmeras aventuras combatendo diversos inimigos.

De fato o anime se destaca principalmente por ter uma boa personagem feminino principal bastante carismática e marcante, porém o protagonista acaba sendo um ponto muito ruim, já que ele é muito pouco explorado quanto sua personalidade, fazendo com que a única coisa marcante em seu caráter seja a motivação clichê de querer ”ajudar todos os amigos”. Em relação ao desenvolvimento da história, Shakugan no Shana acaba cometendo falhas muito grandes ao deixar de explorar o tão mensionado ”Mundo de Guze” onde segundo o anime é onde vivem todos os seres de Guze, além de tornar muito desconexo as ações e objetivos dos vilões. Não há uma explicação clara e objetiva dos fatos, tudo simplismente acontece cabendo ao espectador compreender. Diálogos sem nexo, objetividade e fundamentação estão repletas principalmente na terceira temporada, servindo apenas para atrasar as cenas de ação que chegam a ser razoávelmente empolgantes, mas decepcionam quando chegam no climax.

Quanto ao romance, é outro ponto fraco do anime já que falta iniciativa por parte do protagonista, sem contar que a timidez e o orgulho da moçinha acabam tornando mais estagnado possível o desenrrolar da relação amorosa de ambos.

Como conclusão, creio que Shakugan no Shana é mais um anime que não sai do nível de razoável à ruim. Entretanto pode ser um atrativo para aqueles que procuram um anime de ação e romance apenas para passar o tempo.

We got the POWER! B.A.P lança MV de Power

The Warriors are back!

Após o sucesso que foi depois do seu primeiro MV lançado, Warrior, B.A.P fazem as fãs se descabelarem com o novo MV Power. B.A.P passou de warriors normais para warriors revolucionários do espaço!
Eu mesma admito que fiquei as duas horas anteriores ao lançamento surtando no tumblr. Até atingi o limite de posts por dia! COMO?!
Sendo uma BABY de coração, sou meio suspeita para falar, mas sei que consigo realmente sentir o POWER nesse MV.

Então, sem mais delongas, eis aqui o video.

Guilty Crown. O Rei do mundo tecnológico. Impressões

Guilty Crown (ギルティ Giruti Kuraun)  é uma série de anime produzida pela Production IG, que foi ao ar na Fuji Tv no bloco noitaminA, totalizando 22 episódios. Na época de seu lançamento fora criado muitas expectativas para o anime, entretanto, para aqueles que procuram um enredo bem desenvolvido com personagens marcantes, talvez possam se decepcionar com Guilty Crown.

A história começa num futuro fictício no ano de 2029, quando o Japão é arrasado por uma epidemia conhecida como ”Vírus Apocalíptico”. Desde então o país está sobre o controle de uma organização internacional, a GHQ, que reestabeleceu a ordem com o custo da independência. Dez Anos depois, o protagonista Ouma Shu (que não tem absolutamente nada de carisma na minha opinião) acaba se envolvendo em um conflito para reestabelecer a independência do Japão, sob a autoria de terroristas conhecidos como ”Undertaker” (Shōgisha). Nesse conflito armado cheio de batalhas robóticas e tiroteios, o protagonista conhece a heroína da história, Inori Yuzuriha (que aliás a arte design dela ficou ótimo, mas é só isso também…), vocalista da banda Egoist e membro dos ”Undertaker”.

De início o anime aparenta ser muito interessante, já que contém todo um clima de seriedade, tramas políticas e tudo mais. Entretando os produtores não souberam aproveitar muito bem a idéia do anime e passaram simplismente a torna-lo um mero conto escolar, dando mais ênfase ao grupo de amigos e seus problemas ao invés do conflito político/militar que o Japão estava sofrendo. E como não podia faltar em uma boa animação japonesa, a presença de várias colegiais ”bonitinhas” chega a banalizar todo o clima de tensão criada pelo enredo do anime. Apesar dos esforços em tentar criar boas cenas de ação como atrativo público, Guilty Crown acaba falhando em muito na hora de esclarecimento e explicação dos fatos mais importantes, como a origem do ”vírus apocalíptico” e sua relação com a irmã do protagonista (que aliás…totalmente desnecessário fazer a personagem ter interesse incestivo pelo Shu), conflito que envolve uma conspiração em erradicar toda a raça humana como um estágio necessário para a evolução, entre outras perguntas que ficaram ao ar quando terminei de ver o último episódio.

Tanto o protagonista como a moçinha da história não são personagens carismáticos e marcantes, muito pelo contrário, chegam a ser deprimentes e dignos de pena em muitos momentos. O protagonista que deveria passar a imagem de um herói, acaba transmitindo em grande parte melancolia e sofrimento.

Como conclusão, não creio que Guilty Crown atenda às expectativas criada pelo anime e de longe é considerado uma boa trama. Há muitas pessoas que o consideram bom ou mesmo muito bom, tem gosto para tudo nesse mundo. Para aqueles que procuram algo para assistir apenas para matar o tempo talvez gostem de Guilty Crown, mas os que procuram uma história bem desenvolvida, vão acabar se decepcionando.

B.A.P trollando no programa ‘Gag Concert’

O popular grupo rookie B.A.P participou do mais recente capitulo do programa ‘Gag Concert’, que foi ao ar dia 4 de março. Atualmente fazendo a promoção de sua música “Secret Love”, B.A.P aproveitou a participação no ‘Gag Concert’ para fazer uma batalha de rap com o comediante Hwang Hyun Hee.

Comediante de preto: Hwang Hyun Hee disse que os ídolos que não tem talento e apenas colorem os cabelos precisam deixar a indústria do entretenimento
MC: Sim, eu concordo. Os ídolos devem ser julgados pelo seu talento.

Assim que ele disse isso, B.A.P entrou no palco e perguntou: “Nós não temos talento?”

Hwang Hyun Hee e B.A.P começaram uma batalha. O comediante, sem jeito, cantou ‘Wrongful Meeting’ do Kim Gun Mo. Então, Bang Yong Guk fez um pouco do seu perfeito rap ao estilo livre junto com o beatbox de Zelo como sua melodia. Seguindo os costumes, Bang Yong Guk passou para a tarefa de tirar os sapatos de Hwang Hyun Hee, que sempre tem saltos para fazê-lo parecer mais alto. Bank Yong Guk envolveu a platéia enquanto gritava: “Eu digo ‘sapatos’ e vocês dizem ‘tire’.” Os membros seguraram Hwang Hyun Hee e forçaram o rapaz a tirar os sapatos.

O maknae, Zelo, que estava próximo do comediante, tem apenas 15 anos de idade, mas mede 1,82m de altura, o que fez a diferença de altura entre ele e o comediante ser enorme.

Fonte: KDOfficial, Allkpop.